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Cálculo Renal - Pedra nos Rins

PEDRA NO RIM

 

 

Site Cálculo Renal Responde

Encontre aqui respostas para as dúvidas mais comuns relacionadas ao tema pedra nos rins (cálculo renal).

IMPORTANTE: As informações apresentados neste site não tem a pretensão de substituir uma avaliação cuidadosa por parte do seu médico de confiança. Não é finalidade do editores deste conteúdo efetuar consultas médicas, recomendação de tratamentos ou diagnósticos via Internet.

Este não é um serviço de "segunda opinião". Não é finalidade deste serviço comentar, analisar, ou emitir pareceres sobre diagnósticos e tratamentos. Não comentamos resultados de exames. A interpretação de um exame não é estática e nem absoluta. Só deve ser feita aliada ao quadro clínico e a história do paciente. Seu médico é o único que pode interpretar seus exames.

Não nos responsabilizamos por uso indevido das informações constantes deste site. Para tratamento de doenças, consulte sempre um médico, nutricionista ou especialista em saúde.

 

01) O que é litotripsia extra-corpórea?

 

A litotripsia extra-corpórea por ondas de choque é um tratamento para cálculos urinários que consiste em submeter o cálculo ao impacto de sucessivas ondas de choque, geradas por diferentes mecanismos de acordo com o tipo de equipamento. Essa onda de choque entra no abdomen do(a) paciente portador do cálculo urinário através do ponto de contato entre um cilindro (que contém a fonte de energia e um meio líquido de propagação da onda) e a pele. Após incidir sobre o cálculo, a onda de choque continua se propagando até sair do corpo. Os hematomas podem ser formados nos pontos de maior energia da onda de choque, geralmente próximo à pedra. A freqüência de formação de hematomas depende do tipo de equipamento utilizado, da intensidade da onda de choque aplicada e de características próprias do paciente. Com os equipamentos de litotripsia extra corpórea mais modernos o risco de formação de hematomas é muito pequeno, mas não é inexistente. Há casos descritos de hematomas graves que exigiram inclusive cirurgias de urgência com necessidade de remoção do rim.

 

Apesar de ainda muito popular e muito utilizada no Brasil, desde 2007 a litotripsia (fragmentação por ondas de choque externa), vem tendo seu uso descontinuado em países da América do Norte e da Europa, devido a riscos do  desenvolvimento de diabets mellitus (16.8%) e hipertensão arterial (36.4%), o que se deve ao efeito mecânico direto da onda de choque de fragmentação sobre o rim e o pâncreas (Journal of Urology, 2006; 175 (5) : 1742 – 7).

 

02) É verdade que os cálculos renais são compostos por cristais?

 

Sim, e tais cristais, em quantidade suficiente para formar "lama" calculosa, podem realmente ocasionar dor, pois obstruem, ainda que por pouco tempo, o ureter, causando dilatação e dor. Como não é totalmente sólido, tende a se deslocar com a urina e ser eliminado espontaneamente na maioria das vezes. É matéria prima de cálculo renal, por isso, uma quantidade adequada de líquido deve ser ingerida, em torno de 2 litros ao dia, bem distribuídos, para evitar que os cristais se unam e causem obstrução. O normal, é que esta lama calculosa sempre seja eliminada com o consumo regular de água, mas em muitos casos, devido a problemas de disfunção metabolica, mesmo ingerindo muita água algumas pessoas não conseguem eliminar este material, que se cristaliza e forma os cálculos renais.

 

03) Recentemente fiz um exame de urina e apareceu o item "grande quantidade de grânulos amorfos". Tem a ver com cálculos?

 

A presença de cristais ou substâncias amorfas (sem forma definida) em uma amostra isolada de exame de urina não tem muito significado clínico. Quando estas alterações estão acompanhadas de sintomas ou são encontradas em amostra colhida durante 24 horas, pode significar alguma coisa, mas mesmo assim, tem pouca relação com cálculos urinários. O fator mais significativo para suspeitar-se de calculose urinária a partir de um exame de urinar é a presença de hematúria (sangue ou hemácias na urina). A causa mais comum de hematúria é cálculo urinário. A produção de cristais na urina aumenta quando a concentração está aumentada (quando uma pessoa ingere pouca quantidade de líquido durante o dia). Se o exame foi realizado apenas por razões preventivas e você não está sentindo nada, fique tranqüila. Porém, se foi realizado para investigação clínica de algum sintoma que você estava apresentando, é melhor você consultar o médico que solicitou o exame.

 

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04) É verdade que tomar Gatorade em excesso pode causar cálculo renal?

 

A resposta é simples.  A bebida Gatorade foi concebida para reidratar atletas que praticam exercícios extenuantes, como maratona, triatlo, etc. e que levam à perda de água e minerais do organismo. Uma maneira rápida e eficiente de repor água e minerais a estes atletas são os isotônicos como por exemplo o Gatorade. Neste grupo em especial (atletas profissionais), não deverá haver acúmulo dos minerais, pois o organismo está carecendo deles, sem prejuízo à função renal ou formação de pedras. Nos "atletas" que não se enquadram nos esportes acima, não há perda excessiva de água e minerais do organismo, por isso, se já houver uma predisposição no indivíduo, o excesso vindo com a bebida terá que ser eliminado (excretado) pelo rim, assim formando areia calculosa e até mesmo cálculos renais.  O ideal após o exercício físico é a ingestão de água mesmo.

 

05) Como faço para facilitar a visualização do cálculo pelo médico? Emagrecer ajuda?

 

Os métodos de exame (RX, ecografia, urografia, etc.) sofrem pouca influência da sua gordura. Já no caso do tratamento de cálculos renais, pode ser que o sobre peso atrapalhe a realização de alguns procedimentos, como a litotrisia por exemplo.

 

06) O consumo de leite (e seus derivados) pode causar cálculo renal?

 

Não. A presença de cálculos de oxalato de cálcio está mais relacionada a um distúrbio na capacidade de reabsorção de cálcio pelo rim (hipercalciuria idiopatica), e não à excesso de cálcio no organismo. É um erro comum do leigo fazer uma alimentação hipocalcica. O consumo de leite e seus derivados deve ser normal, sem nenhum tipo de restrição.

 

07) Existem produtos que sejam realmente eficazes para dissolver cálculos renais?

 

Sim, existem medicamentos específicos para isso e que devem ser prescritos pelo médico quando julgar conveniente após a análise do quadro de cada paciente.

 

08) O que fazer durante uma cólica renal?


No momento das cólicas renais deve-se procurar atendimento médico imediato a fim de aliviar a dor do paciente, o que normalmente é feito  com analgésicos e antiespasmódicos.

 

09) O que é e para que serve o cateter Duplo J?


Após qualquer manipulação do ureter, este pode apresentar um grau de edema secundário a reação inflamatória, que por si só pode obstruir a passagem de urina e de restos de de cálculos renais que ainda possam permanecer após uma litotripsia por exemplo. Por isso, costuma-se inserir um cateter chamado de Duplo J, ou rabo de porco (pig-tail em inglês), para garantir a permeabilidade da via manipulada. O cateter apresenta as duas extremidades em forma parecida com a letra J, daí seu nome. O Duplo J apresenta furos em seu trajeto que permitem o escoamento da urina. Uma ponta fica dentro do rim e a outra dentro da bexiga. Portanto, mesmo que haja obstrução em algum ponto do ureter, independente da causa, o duplo J garante a permeabilidade da via urinária. Este cateter pode permanecer por várias semanas até que o urologista ache seguro retirá-lo. Após a colocação do Duplo J pode haver dor lombar e abdominal, ardor ao urinar e sangramentos na urina durante alguns dias. Se houver febre, dor excruciante ou sangramento exuberante com coágulos, deve-se contatar o urologista para uma reavaliação. A retirada do cateter é um procedimento simples e feito por via endoscópica com um cistoscópio. Entra-se pela uretra com esse endoscópio e puxa-se o cateter para fora. Se não houver complicações como aderências ou deslocamentos do Duplo J, a retirada é um procedimento rápido.

 

10) Atualmente, qual é o tratamento mais moderno para eliminar cálculos renais?

 

Sem dúvida, uma tendencia mundial observada é a busca por tratamentos cada vez menos agressivos e mais naturais. As pessoas estão recorrendo a medicina oriental, a naturopatas, homeopatas, terapeutas e nutricionistas em busca de soluções que resolvam seus problemas de saúde sem o risco de efeitos colaterais ou danos a outras partes do organismo.

 

Passando aos tratamentos mais tradicionais e comumente utilizados pelos médicos urologistas, encontraremos como métodos mais modernos a litotripsia, LECO e fragmentação por ondas de choque externa, as quais apesar de ainda muito utilizadas oferecem riscos do desenvolvimento de outros problemas de saúde a longo prazo. Se tratarmos o problema do ponto de vista clínico/ambulatorial/cirúrgico, encontraremos também as técnicas para remoção dos cálculos que tem se disseminado pelos países de primeiro mundo e que já estão disponíveis nos melhores consultórios de urologia, que são as terapias endourológicas minimamente invasivas, nas quais o cálculo é abordado por meio da utilização de um aparelho delicado e preciso (ureterorrenoscópio flexível) que é introduzido pela uretra e segue pelo ureter em direção ao rim, permitindo a visualização direta do cálculo e sua fragmentação precisa com o laser de Holmium.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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